Rui Costa espera mais sorte para 2016

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Rui Costa 2016O ciclista português Rui Costa, da Lampre, confessou hoje atração pela participação nos Jogos Olímpicos Rio2016, disse não saber ainda em que provas grandes vai participar na nova época desportiva e pediu “mais sorte” para si em 2016.

Numa vontade a que não é indiferente o motivo que ditou o seu abandono na edição 2015 do Tour, Rui Costa manifestou o desejo de que a nova época desportiva “seja diferente, que decorra tão bem quanto este ano, mas com mais sorte”

Presente na apresentação da prova de amadores Douro Granfondo, em ciclismo, o campeão do mundo em 2014, fazendo o balanço do último ano, afirmou que este “não foi super, mas foi bom”.

“Tirando as três situações em que podia ter estado no pódio, Amstel, Liége-Bastogne-Liége e o Paris-Nice foi idêntica à do ano anterior”, considerou o atleta português, que lembrou o azar no Tour: “é uma prova muito importante, onde toda a gente tem os olhos postos, e que não foi possível acabar por problemas de saúde”.

Olhando para o futuro, o final das “dúvidas” têm data no calendário e serão desvanecidas com o avançar do estágio da Lampre, agendado para o início de dezembro.

“Ainda não sei se farei o Tour, mas é a que mais gosto de fazer das provas principais”, declarou Rui Costa que nos próximos dias soma mais dois eventos de enorme importância na sua vida: casa no sábado e será pai de um menino, o Valentino, na segunda-feira.

“Seja o Tour ou outra prova grande é sempre um objetivo. E depois temos os Jogos Olímpicos, que é sempre um objetivo muito bonito e aquela prova que todos querem ganhar e, podendo estar lá pelo meu país, irei dar o meu melhor”, prometeu o ciclista.

Desafiado a esclarecer qual era o “seu melhor” no Rio2016, o atleta respondeu: “Qual será o meu melhor ainda não sei, espero é estar bem fisicamente”, sublinhando que envergar a camisola de campeão do mundo “nunca foi uma pressão, mas sim uma alegria”.

“Poder desfrutar de uma situação como aquela pode acontecer apenas uma vez na vida”, frisou sem deixar de reconhecer que “há sempre a responsabilidade de fazer o melhor”, quer pelos seus colegas, que “ajudam ao longo das provas, quer em prol da equipa”.

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