A equipa Continental UCI Miranda-Mortágua prossegue com a participação na 46.ª edição da Algarvia, prova que conta com a presença das melhores equipas do pelotão internacional e que decorre de 19 a 23 de fevereiro.

Miranda-Mortágua corre lado a lado com os melhores do mundo na Volta ao AlgarveA corrida, em 2020 promovida à categoria UCI ProSeries, terá um pelotão de 175 corredores, em representação de 25 equipas. Doze dos coletivos participantes são do WorldTour, a liga dos campeões do ciclismo mundial. Cinco conjuntos são ProTeam, estando também reservadas oito vagas para equipas continentais portuguesas.

São sete os ciclistas Miranda-Mortágua que vão estar na estrada ao lado dos melhores do mundo. Da Prova de Abertura há a registar a saída de Pedro pinto e a entrada de João Babosa, ao qual se juntam o venezuelano Leangel Linarez, o espanhol Ángel Sanchez e os portugueses Gaspar Gonçalves, Hugo Sancho, Daniel Freitas e Joaquim Silva.

“Vamos para a prova com garra, ambição e determinação para conseguir os melhores resultados. Não queremos ser mais uma equipa, preparamos muito bem esta corrida e apesar de estarem presentes os melhores ciclistas do mundo, queremos marcar a nossa presença nesta Volta ao Algarve.”, afirma Pedro Silva na antevisão desta prova.

A Volta ao Algarve arranca com uma etapa para sprinters, 195,6 quilómetros, que ligam Portimão, a Lagos. A segunda etapa será o primeiro teste à condição dos candidatos ao triunfo final, uma viagem de 183,9 quilómetros entre Sagres e o alto da Fóia, em Monchique.

Ao terceiro dia marca uma das diferenças em relação aos anos anteriores, em vez do contrarrelógio disputa-se uma etapa de 201,9 quilómetros com partida em Faro e chegada a Tavira. A quarta etapa vai terminar no Alto do Malhão após 169,7 quilómetros com partida em Loulé. A Volta ao Algarve termina desta vez com um contrarrelógio individual em Lagoa, numa distância de 20,3 quilómetros.

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