Thomas Pidcock (INEOS) venceu a 61.ª edição da De Brabantse Pijl-Fléche Brabançonne, na chegada a Overijse, na Bélgica, batendo ao ‘sprint’ o belga Wout van Aert (Jumbo-Visma).

Na Fléche Brabançonne, o jovem de 21 anos impôs-se no final dos 201,7 quilómetros entre Leuven e Overijse, batendo van Aert, segundo, sobre a meta, com o italiano Matteo Trentin (UAE Emirates) a fechar o pódio.

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Pidcock, considerado um dos prodígios do ciclismo mundial, bateu os dois companheiros do ataque que acabou por fazer a diferença e definir o pódio, apesar das tentativas de vários perseguidores, e colocou o Reino Unido pela primeira vez na lista de países vencedores.

O britânico, que conseguiu a vitória mais importante da carreira, tornou-se ainda no quarto mais novo a vencer a corrida, e o mais novo desde 1987, quando o belga Edwig van Hooydonck o fez sem sequer ter chegado aos 21 anos.

Van Aert, o grande favorito, bateu novamente ‘na trave’, parecendo ter pouca energia na ponta final, uma das suas especialidades, voltando a ser segundo: já tinha acabado nessa posição o Tirreno-Adriático, mas com duas vitórias em etapa.

Ainda assim, a temporada de clássicas já lhe ‘rendeu’ a Gent-Wevelgem, com nova ‘etapa’ a ser disputada no domingo, agora nos Países Baixos, na Amstel Gold Race, antes de ‘virar-se’ para o Critério do Dauphiné, em maio, a caminho da Volta a França, em junho.

Maria Martins (Drops–Le Col Tempur) abandonou a corrida feminina, em que a norte-americana Ruth Winder (Trek-Segafredo) se impôs, num ‘sprint’ verificado com ‘photo finish’, à holandesa Demi Vollering (SD Worx), segunda.

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