Ruben Guerreiro assinou contrato com a norte-americana Education First para a temporada 2020, mantendo-se no WorldTour, após dois anos na Trek-Segafredo e a época de 2019 na Katusha-Alpecin.

Aos 25 anos, o luso acabou a Volta a Espanha, em setembro, na 17.ª posição, chamando a atenção para várias equipas WorldTour, assegurando um regresso aos Estados Unidos para os próximos dois anos, representando outra equipa de um país onde já tinha corrido pela Axeon Hagens Berman, entre 2015 e 2016, e na Trek, de 2017 a 2018.

“Para mim, é como regressar a casa, os Estados Unidos são o meu segundo país, e estou muito feliz por assinar pela Education First”, afirmou o corredor, citado pela equipa.

Guerreiro nota a vontade de “continuar a crescer como ciclista de ‘grandes Voltas’” e o chefe da equipa, Jonathan Vaughters, destaca como Rúben “é arriscado, mas também consegue segurar o risco”.

“Ao negociarmos o contrato, ele disse-me que não aceitava o que lhe propus porque valia mais. Pediu-me que visse a ‘Vuelta’ no dia seguinte, e acabou em segundo. Fiquei logo impressionado”, revelou.

Através da rede social Facebook, o português aproveitou ainda para agradecer “à Katusha-Alpecin por este ano”. “Tive bons momentos que nunca vou esquecer. Um muito obrigado a toda a equipa, companheiros, diretores e ‘staff'”, pode ler-se.

Vencedor da Volta a Portugal do Futuro em 2014, triunfou já em 2015 no Grande Prémio Liberty Seguros e arrancou, depois, para uma carreira internacional que vai para o quarto ano consecutivo de WorldTour.

Foi sexto na Volta à Turquia em 2018 e, já este ano, arrancou a época com um oitavo lugar final no Tour Down Under, na Austrália, antes de ‘brilhar’ em Espanha, como 17.º na geral final e quinto melhor jovem.

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