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A seleção nacional terminou a sua participação na Corrida da Paz, na Chéquia, com dois corredores dentro do top 20. Pedro Silva terminou em 12.º lugar, e Hélder Gonçalves fechou no 16.º lugar.

A terceira e última etapa da Corrida da Paz de sub-23 foi a mais longa da prova, com 166,7 quilómetros, com partida e chegada em Jeseník, na Chéquia. Na fase inicial da corrida, verificaram-se algumas tentativas de fuga, mas sem sucesso.

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Foi por volta do quilómetro 57 que saiu um grupo de sete corredores, formando a fuga do dia, que chegou a ter uma vantagem superior a cinco minutos para o pelotão. Nos quilómetros finais o pelotão aumentou o ritmo, conseguindo alcançar os fugitivos, chegando compacto à meta.

A vitória desta última etapa ficaria decidida ao sprint, com Sam Watson (Grã-Bretanha) a vencer, e o segundo e terceiro lugares a ficarem para Pavel Bittner (Chéquia) e Valentin Retailleau (França), respetivamente.

Pedro Silva estava bem colocado nos metros finais, mas acabaria por ficar tapado por alguns dos seus adversários, terminando assim no 17.º, com o mesmo tempo do vencedor. Hélder Gonçalves chegou também integrado no primeiro grupo, concluindo também com o mesmo tempo do vencedor, em 22.º lugar.

Na geral, a vitória foi para o belga Lennert Van Eetvelt, com Rudy Porter (Austrália) e Mathias Vacek (Chéquia) a completarem o pódio final, em segundo e terceiro, a 13 e 14 segundos, respetivamente.

A seleção nacional ficou muito perto de terminar entre os 10 primeiros, com Pedro Silva a concluir na 12.ª posição, a 1m38s do vencedor e a apenas 10 segundos do top 10. Hélder Gonçalves esteve também em destaque, tendo terminado na 16.ª posição da geral, a 1m49s. Afonso Silva foi 37.º, a 9m46s, João Medeiros foi 41.º, a 11m53s, Pedro Pinto foi 43.º, a 13m12s, e Fábio Fernandes foi 110.º, a 49m39s. Na classificação geral por equipas, a seleção nacional terminou na oitava posição.

O selecionador nacional, José Poeira, ressalvou que os objetivos foram cumpridos e que a equipa fez um bom trabalho. “Foi muito bom. A etapa foi muito rápida na fase final e tínhamos dois corredores na frente. No entanto, acabaram por ficar tapados por outros corredores e não conseguiram discutir a vitória. No entanto, a geral é o mais importante e conseguimos colocar dois atletas dentro do top 20, o que nos dá pontos importantes para o ranking da Taça das Nações. A equipa esteve muito bem, cumpriram os objetivos, conseguindo um grande resultado numa corrida onde tiveram de enfrentar alguns dos melhores. Estiveram à altura e o balanço final é muito positivo.”

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