Daniela Reis (Ciclotel) revelou hoje que um acidente com um carro em Portugal, na quinta-feira, lhe causou fraturas numa mão, numa omoplata, em duas costelas e duas vértebras, continuando internada.

“Ainda aqui estou, a avaliar o comportamento do pulmão e à espera de operação ao ombro”, escreveu, nas redes sociais, a ciclista de 26 anos, campeã portuguesa de fundo e de contrarrelógio.

Segundo Daniela Reis, em Portugal a treinar após ter tido como última prova pela Ciclotel, na corrida belga Le Samyn, em que foi 17.ª, o acidente deu-se quando um carro se atravessou à sua frente, numa estrada a caminho de Torres Vedras.

“A descer, mesmo tranquila, iria sempre a 50 quilómetros por hora. Não me lembro do acidente. Lembro-me de estar na ambulância”, recordou, que além das várias fraturas fez “um pneumotórax que levou ao internamento em Santa Maria”.

 

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Um update do meu estado de saúde 😁 Aos que não sabem, na passada quinta feira tive um acidente no Sarge. Um carro atravessou se a minha frente quando ia a descer para torres e não tive tempo de reação. A descer, mesmo tranquila, iria sempre a 50km/h. Não me lembro do acidente. Lembro me de estar na ambulância… Parti a mão, a omoplata em várias partes, 2 costelas e 2 vértebras, e fiz um pneumotórax, que me levou ao internamento em Santa Maria. Ainda aqui estou, a avaliar o comportamento do pulmão e à espera de operação ao ombro 😊 Ansiosa por sair desta cama e voltar a estrada! Obrigado pelo vosso apoio e cuidem se!! 😊😘😘

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Daniela Reis, manifestou estar “ansiosa por sair da cama e voltar à estrada”, sofreu o segundo acidente com um carro em menos de um ano, depois de em abril de 2019 ter chocado com um carro, na Bélgica, fraturando o braço esquerdo.

1 COMENTÁRIO

  1. Além de desejar a rápida recuperação e as melhoras, seria importante para todos nós que andamos na estrada que se soubesse como o acidente se deu. Infelizmente ela só se lembra de já estar na ambulância. De facto há habitualmente um apagão do sistema nervoso quando se tem um choque com trauma. Mas a GNR certamente fará uma análise do que aconteceu. Mas não esperemos apenas estatísticas. Convém perceber se foi nosso descuido ou se é a normal descontracção com que se conduz em Portugal e em total irresponsabilidade. Não pode continuar a bastar afirmar : #Não o vi ou não a vi”.

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