Houve um tempo, não há muito tempo atrás, em que as bicicletas de montanha eram simples. Tínhamos uma bicicleta que servia para todos os caminhos. A “escavadora” de DH era o “garanhão” de XC.

Houve um tempo – não muito atrás – em que as bicicletas de montanha eram simples.

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A bicicleta de dirt era um mero meio de transporte. Sofremos com furos, mordidas de insetos e quadros amassados. Egos feridos e pedaleiros partidos.

Uma época de sucesso era medida em histórias e calços de travão gastos, não quilómetros acumulados numa aplicação. Desviadores dianteiros e pratos triplos dançavam juntos numa frustração desajeitada. Os guiadores eram estreitos como todo o inferno, tal como eram as mentes.

A suspensão dianteira foi recebida com suspeita. Suspensão dupla, com indignação. Enquanto isso, as pessoas colocavam molas bizarras nos avanços e espigões de selim para minimizar o nervosismo. Tanto os ciclistas como os jornalistas ridicularizavam a suspensão, como algo “fora de sintonia”, ou uma muleta para os fracos. A mesma linguagem que todas as revoluções ouvem ecoam nos artigos impressos em papel fino. O medo dominava. Mas o que vem depois, não espera.

O salto de garfos rígidos, para a suspensão abriu mais caminhos, permitindo saltos maiores e mais espetaculares e linhas mais agressivas. Mais importante, isso significa mais diversão.

Coberturas de suspensão e molas helicoidais. Vedantes com fugas. Desgosto pelo plano. Saltos. Manda. Manda. Manda. A Marzocchi Z2 foi uma suspensão de referência. Ainda é.

Suspensões vermelhas que combinam com qualquer coisa. Uma herança que fala por si. Nos últimos vinte anos, as bicicletas podem ter mudado drasticamente, mas, caramba, o progresso parece cada vez melhor.

Viva a diversão. Vida longa ao rei. Bem-vinda de volta. Agora, manda.

Sabe mais sobre a Marzocchi Bomber Z2 em marzocchi.com.

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